Durante a noite, muito bem
acomodado em sua rede espraiada (que ocupou um vão com cerca de 10m), o Chefe
Bala, sob o efeito revigorante das águas termais, contemplou o céu estrelado de
Dayman que, segundo ele, estava limpo para uma fácil visualização das
constelações. Infelizmente, nada de anormal foi avistado, ao menos enquanto
esteve acordado...
Após algumas dezenas de medialunas, seguimos em direção a Paysandú, onde paramos para contemplar uma curiosa revenda de carros.
Um perro local nos acordou e ficou conosco até arrumarmos o carro para
seguirmos viagem. Quando o sol nasceu, já nos encontrávamos novamente na Ruta 3
em busca de um local para o café da manhã, o que motivou a parada nas Termas de
Guaviyú 40km depois.
Após algumas dezenas de medialunas, seguimos em direção a Paysandú, onde paramos para contemplar uma curiosa revenda de carros.
A manhã estava quente e fomos
novamente trocando de motorista para que todos pudessem descansar. Partimos em
busca das Ruta 24 e 2, que nos levariam a Mercedes, nas proximidades de Fray
Bentos, na divisa com a Argentina. GPS funcionando de acordo com o esperado,
pegamos as Rutas 55, 22, 83 e 21, chegando, finalmente, à Colônia do Sacramento
depois do meio-dia, após mais 400km em território uruguaio.
Deixamos o carro em uma das
várias e bonitas ruas sombreadas por plátanos e seguimos a pé pelo centro
histórico em busca de um local refrescante para o almoço. Sempre acompanhados
pela uruguaia Patrícia, caminhamos pelas ruelas históricas da cidade e o sol
insistia em nos castigar. Visitamos algumas lojas, muitas fotos foram tiradas.
Vencidos pelo calor e por isso
refugiados no shopping center da
cidade, aguardamos no ar condicionado a hora de rumarmos até o terminal do
Buquebus para os trâmites da aduana e os de embarque no ferryboat para Buenos Aires, onde pernoitaríamos.
Com a partida programada para as
20h45min, chegamos no terminal 2h antes. Como em um aeroporto, fizemos o check-in e passamos pela polícia
alfandegária, quando então o Chefe Dalprá embarcou o carro com nossas bagagens. Do segundo andar do prédio, os Chefes Bala e Giu avistaram o enorme barco que levaria
todos pelo Rio da Prata rumo à capital argentina.
Partimos com um pouco de atraso,
mas como estávamos no barco mais rápido da frota, logo ultrapassamos o que
havia saído meia hora antes. Visitamos o free-shop
no andar inferior mas nada compramos, afinal Chuy nos aguarda no regresso ao
Brasil...
A chegada em Buenos Aires foi
empolgante. Aguardamos um pouco até o barco atracar, quando então os veículos
foram liberados em um sistema de desembarque muito bem organizado.
Ingressamos
no confuso trânsito portenho das redondezas do porto, mas o GPS mais uma vez
nos indicou o caminho certo até o nosso hostel, no bairro de San Telmo. Chegamos sem qualquer
dificuldade, fizemos o chek-in e de
lambuja recebemos um quarto melhor e exclusivo, pois o que havíamos reservado
estava sendo reformado...
O bairro é movimentado, percebemos logo de cara.
Tomamos um baita banho (apesar da cortina assassina que insistia em se agarrar),
arrumamos nossas coisas e deixamos o hostel em busca de um bom local para a
janta, além de, obviamente, explorarmos um pouco da noite da capital, o que
será contado no próximo capítulo desta jornada.
Show!!! Muito bom poder acompanhar a viagem de vocês! Bjo amor, abraço nos guris!
ResponderExcluirEu já estava esbravejando e querendo saber que é essa tal de uruguaia Patricia!!!! Mas depois caiu a ficha. Legal, lindo os lugares. Aproveitem bem a companhia da Patricia.
ResponderExcluirBeijos
Por favor postem todos os dias,está se tornando hábito de manhã correr pra cá para saber das novidades ;).Se cuidem meninos,aproveitem tudo.Aiaiaiii,cuidado com essa"Patrícia",hein?Sempre Alerta!!Bjão filhoteee!!!
ResponderExcluirOlá Bala, Giu e Enrique... estou me sentindo junto com vocês nessa viagem. Estou acompanhando cada post, cada passo, cada detalhe. Obrigado pela Honra Bala, que referiste no post sobre o GE Vera Cruz. Aproveitem bastante, tragam muitas histórias e compartilhem-as.
ResponderExcluirSenti o gosto do churrasco, da cerveza uruguaia, dos chivitos... boas atividades!
Forte abraço e um aperto de canhota de quem admira muito o que vocês são e fazem.
SAPSOMP