quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
21/01/2012: A CAMINHO DE CASA
Na noite anterior, antes de deitarmos, conversamos acerca da programação do dia seguinte e decidimos tocar direto para casa, sem pernoitarmos em Punta Diablo (perto da divisa com o Chuí) como previsto.
Despertamos tarde hoje, era 9h30min e tínhamos de sair até às 10h para não pagar outra diária. Rapidinho, estávamos com o carro carregado e tomando café com vista para a Praia Mansa, do outro lado da avenida.
Saímos em seguida por um rápido e último tour em Punta. Costeamos toda a península, passando da Praia Mansa para a Brava. Paramos no porto e na famosa La Mano, escultura famosa que é o cartão postal do local.
Seguimos em direção à pitoresca Santo Inácio passando pela também conhecida ponte ondulada, que recepciona a badalada La Barra. Paramos para a foto e embalamos o carro para cruzarmos as ondas da ponte.
Acessamos a Ruta 9 em direção ao Brasil, passando por vários povoados e locais interessantes: Cabo Polônio, Punta Diablo e Santa Tereza (avistamos o forte da estrada). Nesse trecho da ruta, há um alargamento que serve para pousos emergenciais de aeronaves.
Chegamos na aduana por volta das 13h, onde deixamos nossos vistos uruguaios, rumando para uma churrascaria no Chuí, onde almoçamos. Matamos a saudade da comida brasileira, tomamos um café e fomos a pé aos dois maiores free-shops locais. Compramos algumas coisas e partimos às 15h15min com destino a Santa Cruz do Sul.
Cruzamos o Taim, Rio Grande, Pelotas e seguimos em direção a Canguçu, onde o GPS precipitou-se ao nos mandar para uma rodovia inacabada... Voltamos, paramos para um breve café e acessamos a RS-471 em direção a Encruzilhada do Sul, Pantano Grande, Rio Pardo e finalmente Santa Cruz.

No início da BR-392, que nos levaria até Canguçu, presenciamos uma violenta queda de um dos três ciclistas que andavam na beira da rodovia na nossa frente. Demos meia-volta e paramos para ajudá-los. Como todo bom escoteiro (e também por força da legislação argentina), andávamos com um completo kit de primeiros socorros. Chefe Bala assumiu a função de socorrista assessorado pelo Chefe Dalprá, enquanto o Chefe Giu estacionava melhor o carro e sinalizava a pista para os veículos que por ali transitavam. Todo esfolado e com um sério corte no braço, o ciclista acidentado foi enfaixado e junto dos demais colegas agradeceram-nos pelo auxílio. Como já haviam solicitado carona a um amigo (a bicicleta quebrou o aro dianteiro e furou os dois pneus na capotagem), que estava prestes a chegar, seguimos nossa viagem.
Já era noite quando pegamos uma chuvarada perto de Pantano, que logo se dissipou (em Rio Pardo não havia chovido nada). Chegamos em Santa Cruz do Sul passadas das 22h. Fomos direto ao parque da oktoberfest deixar algumas coisas no NEUS (Núcleo de Estudos Ufológicos, capitaneado pelo Chefe Bala), tiramos a última foto da viagem.
Chefe Dalprá deixou o Chefe Giu em casa e depois o Chefe Bala, seguindo para Venâncio Aires. Em alguns dias, será postado um texto com o resumo da viagem, quilometragem total, mapa do percurso etc. Agradecemos o carinho de todos que nos acompanharam nessa indiada pela América do Sul, que, para nós, apesar de cansativa (sentíamos que já estávamos na estrada há semanas!!!), foi muito legal, não só pelos lugares visitados, mas, principalmente, pelos laços de amizade que motivaram o passeio e que agora estão ainda mais reforçados.
Esperamos que na próxima tenhamos mais companheiros para desfrutarmos de momentos especiais como os que vivenciamos, além de, claro, darmos boas risadas!!!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
20/01/2012: DE VOLTA AO URUGUAI
Os despertadores começaram a
tocar às 6h30min, pois nosso barco de volta à Colônia do Sacramento partia às
9h30min e não queríamos nos atrasar. Conforme íamos terminando de arrumar as
mochilas, carregávamos o carro no estacionamento da esquina. Saímos depois das
8h só com o café tomado, pois as medialunas recém haviam chegado no hostel
(pegamos algumas para a viagem).
Chegamos com folga no terminal do
Buquebus, fizemos o check-in e fomos tomar mais um café lendo e-mails e as
notícias do Brasil. Enquanto os Chefes Bala e Giu subiram a bordo com os demais
passageiros, o Chefe Dalprá foi embarcar o carro. Voltamos a nos encontrar em
seguida quando, conversa vai conversa vem, alguém comentou sobre os documentos
de entrada e saída dos países pelos quais passamos.
Chefe Dalprá arregalou os olhos porque ninguém tinha lhe cobrado o documento argentino, que deveria ter sido deixado na imigração... Desembarcou e para lá correu a fim de resolver a situação... Nesse meio tempo, o barco recolheu a ponte e estava pronto para partir, quando lhe disseram que teria de ir no próximo ferryboat... Contudo, ao referir à equipe que o estava atendendo que o carro já estava a bordo, as conversas via rádio intensificaram-se para que o barco aguardasse e deixasse-o entrar, o que foi feito... Logo após, todos os passageiros receberam aviso de desculpas pelo atraso na partida, decorrente de uma negligência na fiscalização...
Quinze minutos depois do
previsto, partimos pelo Rio da Prata de volta ao Uruguai. Ao contrário da
primeira travessia, onde fomos em um barco menor e mais rápido (a viagem durou
1h), esta teve uma duração de 3h (o barco tinha cinco pavimentos).
Chegamos ao destino às 13h45min
(horário local - 1h a mais que na Argentina, igual ao horário brasileiro). Calibramos
o GPS ainda no barco, trocamos pesos uruguaios em uma casa de câmbio e pegamos
a Ruta 1 em direção a Montevidéu, onde chegamos 2h depois.
Estacionamos o carro próximo do centro histórico, em frente à estátua suntuosa e ao mausoléu de Artigas, herói nacional. Tiramos algumas fotos, caminhamos pela praça e depois seguimos ao shopping Punta Carretas para almoçar. Pudemos conhecer um pouco a capital uruguaia, que possui arquitetura semelhante à de Buenos Aires, porém sem o glamour desta.
Tomamos um café e voltamos à
estrada para nosso destino final do dia: Punta del Este, a 130km adiante.
Saímos de Montevidéu pela avenida que margeia o litoral, com praias lotadas em
razão do calor da tarde. O percurso foi tranqüilo, com estrada boa, duplicada e
bem sinalizada.
Próximos de Punta del Este, pegamos à direita para conhecer Punta Ballena, famosa pelo museu e hotel de Casapueblo, obra do artista Carlos Paez Vilaró. Paramos para apreciar a paisagem e tirarmos algumas fotos.
Andamos mais alguns quilômetros e chegamos a Punta que, nesta época, também se encontra lotada de turistas. Sempre costeando o mar, fizemos a volta na península e seguimos para La Barra, famosa pela badalação. Chegamos de tardezinha para visitar a praia de Bikini, Chefe Bala ensaiou um mergulho no mar, mas desistiu.
Os prédios, casas, lojas, clubes
de praia impressionam. Fomos em busca do nosso local de pernoite, que havíamos
contato por e-mail e não aceitava reservas. Estava lotado. Por precaução,
havíamos parado em uma pousada na chegada à praia, para onde nos dirigimos e
nos hospedamos.
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