sábado, 21 de janeiro de 2012

21/01/2012: A CAMINHO DE CASA

Na noite anterior, antes de deitarmos, conversamos acerca da programação do dia seguinte e decidimos tocar direto para casa, sem pernoitarmos em Punta Diablo (perto da divisa com o Chuí) como previsto.

Despertamos tarde hoje, era 9h30min e tínhamos de sair até às 10h para não pagar outra diária. Rapidinho, estávamos com o carro carregado e tomando café com vista para a Praia Mansa, do outro lado da avenida.



Saímos em seguida por um rápido e último tour em Punta. Costeamos toda a península, passando da Praia Mansa para a Brava. Paramos no porto e na famosa La Mano, escultura famosa que é o cartão postal do local.









Seguimos em direção à pitoresca Santo Inácio passando pela também conhecida ponte ondulada, que recepciona a badalada La Barra. Paramos para a foto e embalamos o carro para cruzarmos as ondas da ponte.




Acessamos a Ruta 9 em direção ao Brasil, passando por vários povoados e locais interessantes: Cabo Polônio, Punta Diablo e Santa Tereza (avistamos o forte da estrada). Nesse trecho da ruta, há um alargamento que serve para pousos emergenciais de aeronaves.




Chegamos na aduana por volta das 13h, onde deixamos nossos vistos uruguaios, rumando para uma churrascaria no Chuí, onde almoçamos. Matamos a saudade da comida brasileira, tomamos um café e fomos a pé aos dois maiores free-shops locais. Compramos algumas coisas e partimos às 15h15min com destino a Santa Cruz do Sul.




Cruzamos o Taim, Rio Grande, Pelotas e seguimos em direção a Canguçu, onde o GPS precipitou-se ao nos mandar para uma rodovia inacabada... Voltamos, paramos para um breve café e acessamos a RS-471 em direção a Encruzilhada do Sul, Pantano Grande, Rio Pardo e finalmente Santa Cruz.


 



No início da BR-392, que nos levaria até Canguçu, presenciamos uma violenta queda de um dos três ciclistas que andavam na beira da rodovia na nossa frente. Demos meia-volta e  paramos para ajudá-los. Como todo bom escoteiro (e também por força da legislação argentina), andávamos com um completo kit de primeiros socorros. Chefe Bala assumiu a função de socorrista assessorado pelo Chefe Dalprá, enquanto o Chefe Giu estacionava melhor o carro e sinalizava a pista para os veículos que por ali transitavam. Todo esfolado e com um sério corte no braço, o ciclista acidentado foi enfaixado e junto dos demais colegas agradeceram-nos pelo auxílio. Como já haviam solicitado carona a um amigo (a bicicleta quebrou o aro dianteiro e furou os dois pneus na capotagem), que estava prestes a chegar, seguimos nossa viagem.



Já era noite quando pegamos uma chuvarada perto de Pantano, que logo se dissipou (em Rio Pardo não havia chovido nada). Chegamos em Santa Cruz do Sul passadas das 22h. Fomos direto ao parque da oktoberfest deixar algumas coisas no NEUS (Núcleo de Estudos Ufológicos, capitaneado pelo Chefe Bala), tiramos a última foto da viagem.


Chefe Dalprá deixou o Chefe Giu em casa e depois o Chefe Bala, seguindo para Venâncio Aires. Em alguns dias, será postado um texto com o resumo da viagem, quilometragem total, mapa do percurso etc. Agradecemos o carinho de todos que nos acompanharam nessa indiada pela América do Sul, que, para nós, apesar de cansativa (sentíamos que já estávamos na estrada há semanas!!!), foi muito legal, não só pelos lugares visitados, mas, principalmente, pelos laços de amizade que motivaram o passeio e que agora estão ainda mais reforçados.

Esperamos que na próxima tenhamos mais companheiros para desfrutarmos de momentos especiais como os que vivenciamos, além de, claro, darmos boas risadas!!!

2 comentários:

  1. Muito legal! Parabéns a vocês! O roteiro foi muito legal e a ideia de relatar o dia-a-dia de vocês, especialmente para nós que ficamos longe, foi sensacional! E assim como vocês, também tive a sensação de que vcs viajaram por semanas... Ah, tinha que ter uma foto de mulheres na praia, né GIULIANI... bem coisa tua e não vem me dizer que era foto da praia... te conheço muito bem... Abraço!

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