De início, cabe uma retificação
do texto anterior: na verdade, ele foi postado hoje pela manhã e não ontem,
como divulgado. Estávamos com problemas na conexão wireless no hostel e por
isso o Chefe Giu teve de descer até o saguão de entrada com um pen drive e
postar o texto e as fotos. Porém, todavia, contudo, depois de já adentrar na
madrugada e pronto para clicar o botão “postar”, houve um pico de energia e o
micro reiniciou... No outro dia pela manhã, acessou novamente o blog e viu que
o site havia salvo o trabalho como rascunho, bastando postá-lo, o que foi
feito.
Bah, descansamos bem na noite
anterior. Tomamos café e saímos depois das 9h para um dia inteiro de jornada pela
Capital Federal, como os argentinos tratam Buenos Aires. Trata-se de uma cidade
fantástica, com atrações para todos os gostos que, obviamente, não seriam
vistas em um dia. O planejamento foi o seguinte: como era a primeira vez dos
Chefes Bala e Dalprá aqui, pegaríamos o ônibus turístico (aquele de dois
andares, sendo o superior aberto, que possui linhas nas grandes capitais) para
darmos uma volta pelos principais pontos turísticos, nos quais poderíamos
descer e depois retornar ao ônibus - assim, teríamos uma boa visão da cidade.
No final do percurso, pegaríamos o metrô (“subte” para os hermanos) ou táxi
para visitarmos alguns lugares indicados pelo Chefe Giu.
Esperamos o ônibus na parada mais
próxima do nosso hostel e seguimos para o bairro La Boca. Avistamos o centro de
treinamento do Boca Júniors e a Bombonera, onde descemos. Tiramos algumas fotos
(o museu e a loja ainda estavam fechados) e fomos caminhando até o Caminito,
tradicional ponto turístico da cidade (cuja história não contaremos aqui -
aliás, leitor, não o faremos em relação a nenhum dos locais visitados).
Mal chegamos, fomos abordados por uma dançarina de tango, daquelas que lá ficam tirando fotos com turistas o dia inteiro. Nem tivemos chance de defesa, pois ela colocou um chapéu no Chefe Dalprá e nele enroscou sua perna, a qual teve de ser por ele segurada para que a moça não caísse... Os demais Chefes também foram forçados a fotografar com a argentina.
Entramos em algumas das várias
lojas de lembranças e em algumas construções típicas do local e procuramos a
parada para voltarmos ao ônibus.
Já nele, fomos em direção a Puerto Madero, que havíamos visitado na noite anterior e por isso não descemos. Passamos pelos bairros Centro e Retiro (onde voltaríamos mais tarde para por eles caminhar), indo em direção ao norte da cidade.
Já nele, fomos em direção a Puerto Madero, que havíamos visitado na noite anterior e por isso não descemos. Passamos pelos bairros Centro e Retiro (onde voltaríamos mais tarde para por eles caminhar), indo em direção ao norte da cidade.
Sem descermos do ônibus, passamos pelos parques localizados ao longo da Avenida Libertador, incluindo o hipódromo e o campo de pólo, no bairro Palermo (maior da cidade), retornando no Belgrano. Avistamos ainda o zoológico e o jardim japonês parando em seguida na Recoleta, em frente ao Museu Nacional de Belas Artes.
Fomos ao Hard Rock Café almoçar, onde ficamos um bom tempo apreciando o local.
Eram 14h quando deixamos o bar em direção ao famoso cemitério do bairro, onde estão sepultadas grandes personalidades argentinas. Encontramos o mausoléu da família Duarte, onde está sepultada Evita Perón, e depois tiramos fotos de algumas sepulturas, verdadeiras obras de arte.
Retornamos ao ônibus pela Av. Alvear e suas lojas de grife e hotéis de luxo. Ingressamos na Av. 9 de Júlio em frente à embaixada brasileira, passando pelo Teatro Colón e em seguida pelo obelisco, chegando ao destino final na Praça de Maio.
Entramos na catedral para conhecermos o mausoléu de San Martin, herói argentino, e depois cruzamos a praça em meio a um dos tantos protestos das mães dos desaparecidos no regime militar. Chefe Bala conversou com alguns manifestantes e foi presenteado com uma bandeira da mobilização.
Pegamos o metrô em direção ao
Congresso Nacional, onde descemos. Caminhamos até o Palácio Barolo (construído
para ilustrar a Divina Comédia, de Dante Aliguieri), que queríamos conhecer.
Infelizmente, teríamos de esperar mais uma hora até o próximo tour, motivo pelo
qual deixamos a visita para uma próxima oportunidade.
De volta ao metrô, fomos até o
bairro de Abasto para visitar o hoje shopping que ocupa o imponente prédio
localizado na Av. Corrientes e que serviu de mercado de frutas e verduras da
cidade no século XIX. Tem-se que o tango surgiu nessa região, tanto que Gardel
(há uma estátua dele em frente à casa de tanto Esquina Carlos Gardel) ali
viveu. Há outras casas de shows, bares temáticos, escolas de tango e de artigos
para dançarinos.
Mais uma vez de metrô, descemos na praça San Martin, no bairro Retiro. Ficamos um tempo acompanhando as gravações de uma propaganda de chocolate (uma grande quantidade de profissionais e equipamentos congestionaram o calçadão em frente ao prédio do Círculo Militar) e seguimos caminhando pela Calle Florida (calçadão do centro).
Avistamos o majestoso prédio da ex-única
filial da famosa loja Harrods de Londres e logo após entramos nas Galerias
Pacífico, o mais conhecido shopping da cidade (sempre repleto de turistas, em
sua maioria brasileiros).
Já passava das 19h quando
chegamos ao Café Tortoni, o mais antigo e prestigiado da cidade, onde tivemos
de esperar um pouco na fila para entrar. Degustamos um bom café com medialunas
e sanduíches, tiramos fotos dos ambientes (que permanecem os mesmos desde a
fundação, em 1858).
Em direção ao nosso hostel, passamos pelo Cabildo e pela Igreja de Santo Inácio, a mais antiga da cidade. Banho, algumas quilmes na pizzaria da esquina (onde sempre fomos muito bem servidos pelo Sr. Ariel, natural de Montevidéu) e retorno para arrumarmos nossas coisas para seguirmos pelo Uruguai amanhã! Hasta mañana!!!
Foram obrigados a tirar foto com a bailarina???!!!! Hum, sei... Viu isso Michele?
ResponderExcluirDemaisssss!!!
ResponderExcluirhahahahahahaha! Fernanda, agora que li teu comentário... aham... jura que foram OBRIGADOS a tirar fotos com a bailarina... deixa eles chegarem que vamos ter uma conversa bem de perto! hahahahhaha
ResponderExcluirNa verdade, ficamos com pena da moça e resolvemos ajudá-la, afinal tira o seu sustento desse trabalho junto aos turistas... :)
ExcluirQueria saber se tiveram que dançar também... alguém filmou?
ResponderExcluirMichele e Fernanda, por favor, não fiquem bravas com os meninos, afinal, eles só fizeram a boa ação diária que todo escoteiro deve fazer. hehehe
SAPSOMP, aproveitem muito, abraços, Kurt!
Pior que ta filmado! Heuaheuha Dalprá
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